O fenômeno do boca a boca, nós sabemos o quanto é importante. Mas o que seria o boca a boca no digital?
O boca a boca no digital acontece nas recomendações que as pessoas fazem por aplicativos de mensagem, pelo Instagram, por redes sociais como LinkedIn ou Facebook e também pelo popular WhatsApp no Brasil.
Agora, quando o assunto é a recomendação de profissionais, a pergunta é: como essa experiência acontece? Basta passar o telefone do profissional ou não?
A complicação é que, quando uma pessoa passa simplesmente um contato direto, ou mesmo uma referência de um site ou de um perfil no Instagram, isso não quer dizer que o outro lado necessariamente percebeu aquela recomendação da melhor maneira. Também não significa que essa experiência tenha sido acessível, fácil ou convidativa.
Passar um link, por exemplo, não quer dizer que a pessoa vai clicar. Passar apenas o contato direto também pode ser uma experiência muito bruta.
Por isso, consideramos aqui o exemplo de dois usuários em uma situação simulada: uma pessoa pede, via WhatsApp, a recomendação de uma profissional da psicologia, e a outra pessoa recomenda uma psicóloga.
No exemplo apresentado no vídeo, utilizamos o site da psicóloga Lari, profissional presente na plataforma Weplex Comunicação, dentro do Weplex Psi.
Como você pode observar, quando o usuário compartilha o link do site da Lari, é automaticamente carregada uma foto de capa que cria uma experiência semelhante à de um cartão de visita digital.
Esse pequeno detalhe muda bastante a experiência da recomendação, trazendo mais assertividade, contexto e profissionalismo para o momento em que uma pessoa apresenta uma profissional para outra.

